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Dr. Robson Soares CRM-GO 9969 · RQE 6252
Cirurgia das pálpebras · Goiânia

Blefaroplastia com cirurgião oculoplástico

Rejuvenescer o olhar preservando aquilo que torna cada rosto único. A blefaroplastia moderna vai além da retirada de pele e bolsas.

O planejamento considera a anatomia das pálpebras, a posição dos supercílios, o suporte palpebral, os compartimentos de gordura, a perda de volume facial e a qualidade da pele. Quando necessário, a avaliação também se estende à face e ao pescoço, para identificar quais componentes do envelhecimento realmente precisam ser tratados.

  • Excesso de pele nas pálpebras
  • Bolsas e sulcos ao redor dos olhos
  • Olhar cansado
  • Queda dos supercílios
  • Perda de volume facial
  • Flacidez e alterações da qualidade da pele
  • Perda da definição facial e do pescoço

Blefaroplastia e rejuvenescimento oculofacial · Goiânia

CRM-GO 9969 RQE 6252

Dr. Robson Soares, cirurgião oculoplástico
O procedimento

Blefaroplastia não é apenas retirar pele

O envelhecimento da região dos olhos não acontece da mesma maneira em todas as pessoas — e também não acontece isolado do restante da face.

Excesso de pele, bolsas de gordura, perda ou redistribuição de volume, frouxidão da pálpebra inferior, queda dos supercílios, mudanças na posição da pálpebra, rugas e alterações da qualidade da pele podem contribuir, em proporções diferentes, para um aspecto cansado ou envelhecido.

O envelhecimento da face também pode produzir perda de volume nas têmporas e nas maçãs do rosto, mudanças na transição entre pálpebra e bochecha, flacidez e perda progressiva da definição do contorno do rosto e do pescoço.

Por isso uma blefaroplastia bem planejada começa pelo diagnóstico das estruturas responsáveis pelo envelhecimento, e não pela decisão de quanto tecido retirar. Na cirurgia pode ser necessário remover, preservar, reposicionar ou restaurar tecidos, sempre respeitando a anatomia de cada paciente.

Não existe uma mesma blefaroplastia para todos os rostos. E nem todo envelhecimento do olhar pode ser tratado apenas pelas pálpebras.

Detalhe da região das pálpebras
Diagnóstico

O que realmente está envelhecendo o seu olhar e a sua face?

Cada uma dessas alterações tem causa própria — e tratamento próprio.

Pálpebra superior

O excesso de pele pode deixar o olhar pesado e, em casos mais acentuados, atrapalhar parte do campo de visão.

Pálpebra inferior

Bolsas, excesso de pele, sulcos e alterações de sustentação podem criar sombras, irregularidades na transição entre pálpebra e bochecha e aparência de cansaço.

Supercílio

A descida do supercílio aumenta o peso sobre a pálpebra superior e não deve ser confundida com simples excesso de pele.

Ptose palpebral

Quando a margem da própria pálpebra está baixa, pode existir ptose. Nesse caso, apenas retirar pele pode não corrigir o problema.

Volume facial

O envelhecimento também envolve perda e redistribuição de volume. Têmporas, região ao redor dos olhos e meio da face podem perder suas transições e curvas naturais.

Qualidade da pele

Rugas finas, textura, manchas, dano solar e perda de firmeza são outro componente do envelhecimento e podem pedir tratamentos específicos.

Flacidez facial

A perda progressiva de firmeza dos tecidos modifica o contorno do rosto e contribui para alterações do terço médio e inferior da face.

Região do pescoço

Flacidez da pele, mudanças no tecido logo abaixo dela e perda da definição entre face e pescoço podem exigir uma estratégia própria.

É a combinação dessas alterações — e não um procedimento isolado — que determina o planejamento.

Passo a passo

Da primeira consulta ao último retorno, sempre com o mesmo médico

Avaliação, planejamento, cirurgia e acompanhamento com o Dr. Robson Soares.

01 · Avaliaçãodo olhar, da face e da pele

A consulta começa pela análise detalhada da região ao redor dos olhos: posição das pálpebras e dos supercílios, excesso de pele, bolsas, suporte palpebral, simetria, superfície ocular e o que mais estiver relacionado ao funcionamento das pálpebras.

Quando o objetivo é um rejuvenescimento mais amplo, a avaliação inclui também distribuição do volume facial, qualidade da pele, flacidez, contorno do rosto e região do pescoço.

Fotografias padronizadas podem fazer parte do planejamento e do acompanhamento.

02 · Planejamentoindividualizado por camadas

Depois do diagnóstico, o tratamento é definido de acordo com as alterações encontradas. O planejamento pode envolver uma única estratégia ou a combinação de abordagens diferentes:

Estrutura · Volume · Pele · Firmeza · Contorno

Não existe necessidade de realizar todos os tratamentos. Cada procedimento tem que ter indicação própria.

03 · Cirurgia

Feita em centro cirúrgico, com anestesia local e sedação. O paciente vai para casa no mesmo dia.

04 · Acompanhamento

Retornos marcados para retirar os pontos e acompanhar a cicatrização até o resultado assentar.

A cirurgia

Cada pálpebra pede uma análise diferente

Blefaroplastia superior

Na pálpebra superior, o planejamento não considera apenas quanto de pele pode ser retirado, mas principalmente quanto deve ser preservado, para manter a função, o fechamento adequado dos olhos e a naturalidade.

Dependendo da anatomia, o tratamento pode envolver pele, músculo, compartimentos de gordura e estruturas de suporte da pálpebra.

A incisão é planejada na dobra natural da pálpebra, para que a cicatriz fique cada vez menos perceptível ao longo da recuperação.

Blefaroplastia inferior

A pálpebra inferior exige uma análise diferente. Bolsas, sulcos, perda de volume, excesso de pele e frouxidão podem existir ao mesmo tempo e precisam ser avaliados separadamente.

Em parte dos pacientes, o acesso pode ser feito por dentro da pálpebra — por via transconjuntival — para tratar as bolsas sem cicatriz externa na pele.

Em outros casos pode ser necessário tratar também a pele, reposicionar gordura, melhorar o suporte da pálpebra ou restaurar volume na transição entre pálpebra e face.

A técnica é escolhida de acordo com a anatomia, e não o contrário.

O conceito

Blefaroplastia estruturada

A blefaroplastia de hoje não se baseia em retirar o máximo possível de pele ou de gordura. O planejamento busca preservar estruturas importantes e, quando necessário, reposicionar tecidos, restaurar suporte e tratar os diferentes componentes do envelhecimento ao redor dos olhos.

Essa abordagem permite individualizar a cirurgia e buscar equilíbrio entre:

Rejuvenescimento · Função · Naturalidade

O envelhecimento, porém, não termina nos limites das pálpebras. Quando existem alterações de volume, de pele, da face ou do pescoço, outros tratamentos podem ser discutidos para que cada componente seja tratado na camada adequada.

O objetivo é que o paciente pareça mais descansado e rejuvenescido — não diferente de si mesmo.

Detalhe da região das pálpebras
Planejamento

Quando o planejamento vai além das pálpebras

O olhar é o ponto de partida. A face é compreendida como um todo.

Nem tudo que envelhece o olhar pertence às pálpebras. O envelhecimento da face acontece ao mesmo tempo em estruturas diferentes: pele, gordura, músculos, ligamentos e os demais tecidos que sustentam o rosto.

Por isso, dependendo do diagnóstico, a blefaroplastia pode ser feita sozinha ou fazer parte de um planejamento integrado de rejuvenescimento. Internacionalmente, a especialidade que cuida das pálpebras já descreve sua atuação estética como um campo que vai dos olhos ao pescoço.

Estrutura

Supercílio e suporte palpebral

Quando o peso não está apenas na pálpebra

Quando existe queda significativa do supercílio, retirar apenas pele da pálpebra superior pode não tratar completamente a causa do aspecto pesado.

Nesses pacientes, a posição do supercílio é analisada separadamente e, quando indicado, tratada como parte do planejamento.

Preservando posição e função

Em pacientes com frouxidão ou alteração da posição da pálpebra inferior, procedimentos de suporte — como cantopexia ou cantoplastia, que reforçam o canto do olho — podem ser indicados.

A decisão depende da anatomia e de quanta sustentação aquela pálpebra precisa.

Volume

Restaurar o que o envelhecimento modificou

O envelhecimento não acontece só pelo excesso de pele.

Com o passar dos anos, mudanças nos compartimentos de gordura e em outras estruturas da face podem produzir perda de volume, sulcos mais fundos e alterações das transições naturais do rosto. Por isso, em pacientes selecionados, o planejamento pode incluir lipoenxertia ou preenchedores.

Lipoenxertia facial

Usa gordura do próprio paciente, coletada e preparada com cuidado, para ser transferida a áreas selecionadas da face.

Dependendo da anatomia, o planejamento pode envolver têmporas, região ao redor dos olhos, maçãs do rosto e meio da face, entre outras áreas.

Não se trata de “preencher o rosto”: o objetivo é restaurar, de maneira criteriosa, volumes e transições que se modificaram com o tempo. A integração e a manutenção do volume enxertado variam de pessoa para pessoa.

Preenchedores

Podem ser usados em pacientes selecionados para restaurar volume, melhorar determinadas transições e complementar o equilíbrio do rosto.

A indicação, o produto, a quantidade e o plano de aplicação dependem da anatomia e do objetivo de cada paciente.

Preenchimento não é aumentar volume sem critério. É ferramenta de restauração e equilíbrio.

Pele

A cirurgia reposiciona estruturas. A pele também precisa ser avaliada.

Blefaroplastia e tratamentos de estrutura não corrigem todos os componentes do envelhecimento da pele. Rugas finas, textura, manchas, dano solar e perda de firmeza podem exigir estratégias específicas. Por isso, quando indicado, o planejamento incorpora tecnologias e tratamentos dermatológicos complementares.

Laser de CO₂

Pode ser usado em pacientes selecionados para renovar a superfície da pele e tratar rugas finas, textura e qualidade da pele. A intensidade e a extensão são individualizadas de acordo com a pele, a região tratada e a associação ou não com cirurgia.

Bioestimuladores

Entram no planejamento quando há indicação de melhorar a qualidade e a sustentação dos tecidos. O objetivo não é transformação imediata nem excesso de volume, e sim um remodelamento progressivo.

Tratamentos dermatológicos

Manchas, dano solar, textura, vasos e rugas não têm necessariamente o mesmo tratamento. Quando necessário, tratamentos complementares são incorporados ou recomendados dentro de um planejamento integrado.

Nem tudo é tratado com cirurgia. Nem tudo é tratado com tecnologia. O diagnóstico define a estratégia.

Firmeza

Morpheus: remodelamento da face e do pescoço

Em pacientes selecionados, a radiofrequência com microagulhamento pode fazer parte do tratamento da qualidade e da firmeza dos tecidos.

O Morpheus facial entra no planejamento quando o objetivo envolve remodelar os tecidos do rosto. O Morpheus cervical é usado quando existem alterações de firmeza e de qualidade dos tecidos na região do pescoço.

Pode ser feito isoladamente ou associado a outras estratégias, dependendo da intensidade e do tipo de alteração encontrada.

Contorno

Quando o planejamento chega ao pescoço

O envelhecimento do pescoço pode envolver componentes diferentes: alterações da pele, do tecido logo abaixo dela e perda da definição do contorno entre face, mandíbula e pescoço.

Em pacientes selecionados, o planejamento pode associar FaceTite e Morpheus cervical para trabalhar a retração e o remodelamento dos tecidos e buscar melhora do contorno.

Esse tratamento não substitui, em todos os casos, uma cirurgia de lifting cervical. A indicação depende do grau e das características da flacidez, da anatomia e do resultado que se pretende alcançar.

O método

Um planejamento. Diferentes camadas.

Estrutura Blefaroplastia estruturada

Ptose · Supercílio · Cantopexia e cantoplastia

Volume Lipoenxertia facial

Preenchedores

Pele Laser de CO₂

Bioestimuladores · Veiculação de ativos · Tratamentos dermatológicos

Firmeza Morpheus facial

Morpheus cervical

Contorno Planejamento facial e cervical

FaceTite + Morpheus cervical

Não significa fazer todos esses procedimentos. Significa ter ferramentas diferentes para tratar corretamente componentes diferentes do envelhecimento.

Pós-operatório

Cada planejamento tem seu próprio tempo de recuperação

Uma blefaroplastia isolada evolui de um jeito; um planejamento que associe lipoenxertia, laser, Morpheus ou tratamento do pescoço, de outro.

Os prazos abaixo são a evolução típica da blefaroplastia e valem como orientação geral. O plano pós-operatório é definido individualmente, de acordo com os procedimentos realizados e com a evolução de cada paciente.

Primeiras 48 horas

Fase de inchaço e roxo. Compressa gelada e cabeceira elevada para dormir. Repouso, sem esforço físico.

Primeira semana

Os pontos são retirados no retorno. O inchaço começa a ceder e o roxo muda de cor conforme reabsorve.

Segunda semana

A maior parte do inchaço e do roxo já passou. Muitos pacientes voltam ao convívio social nessa fase, com ajuda de maquiagem quando liberada.

Um a três meses

A cicatriz clareia e some na dobra natural da pálpebra. O resultado assenta por completo.

Depoimentos

Histórias por trás de cada olhar

Pacientes contando, com as próprias palavras, como foi a experiência — não o equipamento usado.

Depoimentos publicados mediante autorização dos pacientes. Experiências e resultados são individuais e podem variar.

Por que com o Dr. Robson

Pálpebra é a especialidade do Dr. Robson, não um procedimento a mais

Oculoplástica é a área da oftalmologia dedicada às pálpebras, à órbita, às vias lacrimais e às estruturas ao redor dos olhos. É nela que o Dr. Robson opera, ensina e publica.

A especialidade também incorporou, nos últimos anos, uma compreensão mais ampla do rejuvenescimento da face — internacionalmente, sua atuação estética é descrita hoje como um campo que vai dos olhos ao pescoço. É dessa formação que parte o planejamento do Dr. Robson Soares.

Quando necessário, cirurgia, restauração de volume, tecnologias e tratamentos da pele são associados de maneira individualizada.

A blefaroplastia continua sendo a sua principal área de referência, mas o olhar é analisado em continuidade com a face.

Professor de Oculoplástica

Forma oftalmologistas em cirurgia de pálpebra no Centro de Referência em Oftalmologia da UFG.

Cirurgia plástica ocular

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular.

Publicação internacional

Autor e revisor científico da Aesthetic Surgery Journal, da Oxford University Press.

Mestre em Ciências da Saúde

Formação acadêmica em pesquisa clínica.

Critério

Mais tratamentos não significam um resultado melhor

Uma abordagem integrada não é fazer o maior número possível de procedimentos. É identificar qual alteração realmente existe e qual ferramenta é adequada para tratá-la.

Alguns pacientes precisam apenas de blefaroplastia. Outros podem se beneficiar da associação com o tratamento do supercílio ou da pele. Em outros, perda de volume, flacidez facial ou alterações no pescoço também precisam ser consideradas.

O planejamento ideal não é o que tem mais procedimentos. É o que tem as indicações corretas.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre a blefaroplastia

A cirurgia dói?

O procedimento é feito com anestesia local e sedação, então não há dor durante a cirurgia. No pós-operatório, o desconforto costuma ser leve e é controlado com a medicação prescrita.

A cicatriz fica aparente?

Na pálpebra superior, o corte é feito na dobra natural da pálpebra — com a cicatrização, ele fica escondido ali. Na pálpebra inferior, dependendo do caso, o acesso pode ser feito por dentro da pálpebra, sem corte externo.

Quando posso voltar a trabalhar?

Depende do tipo de trabalho e de como cada pessoa cicatriza. Muitos pacientes retomam atividades leves na primeira semana e o convívio social na segunda. O prazo do seu caso é definido na consulta.

Posso fazer a superior e a inferior na mesma cirurgia?

Sim, é comum operar as duas na mesma sessão. Se é o indicado para você, faz parte da avaliação.

O resultado dura para sempre?

Não. A cirurgia corrige o que existe hoje, mas a pele continua envelhecendo. O resultado costuma se manter por muitos anos.

Blefaroplastia é a mesma coisa que corrigir pálpebra caída?

Não. A blefaroplastia trata pele e gordura em excesso. A pálpebra caída — ptose — é um problema do músculo que levanta a pálpebra, e tem cirurgia própria. Só o exame define qual é o seu caso, e às vezes são os dois.

Primeiro passo

Seu olhar é o ponto de partida. A face é avaliada como um todo.

Nem todo excesso aparente é apenas pele. Nem toda bolsa precisa ser removida. Nem toda perda de volume precisa ser preenchida. E nem toda flacidez precisa de cirurgia. A consulta é o que permite compreender estrutura, volume, pele, firmeza e contorno para construir um planejamento individualizado.

Agendar consulta com o Dr. Robson Soares

Cirurgia oculoplástica e rejuvenescimento facial · Goiânia

Endereços

Onde o Dr. Robson atende

São dois endereços em Goiânia. O local é combinado no agendamento.

BMC Oftalmologia

R. T-29, 358 — Quadras 6 e 7 Setor Bueno · Goiânia — GO
CEP 74210-050
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Núcleo de Medicina Ocular

Av. Eng. Eurico Viana, 217 Alto da Glória · Goiânia — GO
CEP 74815-725
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